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Sustentabilidade

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Cientistas descobrem uma fonte "infinita" de energia. Trânsito Inteligente. Chove em São Paulo. São 6 da tarde. Milhões de pessoas saem de seus escritórios para encarar um engarrafamento de 160 quilômetros. Dentro dos carros e ônibus, a população torce para que a previsão média da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em dias chuvosos não seja prejudicada por algum acidente. A frota da cidade ultrapassa a marca de 7 milhões de veículos desde março, segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP). Seis milhões deles são carros. Se todos saíssem da garagem ao mesmo tempo, não haveria espaço suficiente nas ruas para ficarem parados um atrás do outro. A alternativa, o metrô, mesmo sendo o maior do país com 70 km, não serve toda a população. E o pior é que a capital paulista não está mais sozinha nesse mar de gente estacionada.

O trânsito é uma das áreas mais complexas da ciência exata. Engarrafamento à escandinava. Metade dos deslocamentos dos moradores de Copenhague já é feita às pedaladas. Após décadas de política públicas que mudaram a mentalidade e os hábitos da capital dinamarquesa, hoje a cidade enfrenta um "problema" inusitado: os congestionamentos sobre duas rodas “Andei de bicicleta em São Paulo e senti medo.” A frase veio do prefeito de Copenhague, Frank Jensen, quando visitou a cidade no mês passado para participar do C40 Summit, o encontro dos governantes das 40 maiores cidades do mundo para discutir o combate às mudanças climáticas.

De passagem por aqui, o prefeito social-democrata foi convidado para dar uma volta de bike em meio ao caótico trânsito paulistano. Não gostou nem um pouco. E não é difícil entender o porquê. Com terreno plano e mais de 300 km de ciclovias bem asfaltadas e sinalizadas, Copenhague é tida como uma das melhores cidades (se não a melhor) do mundo para pedalar. Copenhague tem uma vasta experiência nesse assunto, acumulada nos últimos 50 anos. Consumo Colaborativo. 15 cidades verdes. O website Grist enumera 15 cidades que são consideradas “verdes” pelos frequentadores do site. Eles consideram que elas não são realmente os lugares mais verdes do mundo e que algumas delas precisam fazer muito para chegar a serem consideradas sustentáveis. Mas todas, segundo eles, vêm fazendo o possível para se tornar “eco-amigas”, fazendo com que seus habitantes vivam melhor e tenham uma vida mais “verde”.

Estou re-publicando-as em português. Para ver outras listas de “15 alguma coisa” vá ao website Grist clicando aqui. The Grist website shows 15 cities there are considered “green” from the website visitors. The website authors think that these metropolises aren’t literally the greenest places on earth, and some still have a long way to go down the path to sustainability. I’m re-posting them in Portuguese. 1. A Islândia fez nos últimos anos muitas conquistas para tornar sua capital, Reykjavi, uma cidade “verde”. 2. 3. Curitiba é a única cidade brasileira da lista. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Arquivo de cidades sustentáveis. Pirâmide 'high tech' gigante seria capaz de abrigar 1 milhão de pessoas. Pirâmide proposta para Dubai teria 1,2 km de altura. (Foto: Divulgação) Um grupo de arquitetos de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, quer construir nos próximos anos uma cidade ecológica e auto-sustentável no país.

O design, em forma de pirâmide, prevê a instalação de turbinas eólicas e painéis solares para produção de energia, e sensores biométricos - como leitores de impressão digital e da íris - para controlar a segurança dos moradores. Batizada de 'Ziggurat', a cidade planejada seria gigante: só a base ocupa uma área de 2,3 quilômetros quadrados. No ponto mais alto, ela teria 1.200 metros, mais do que o maior prédio em construção do mundo, o Burj Dubai, que deve atingir 820 metros quando for inaugurado em 2009.

Os arquitetos argumentam, no entanto, que a obra é ecológica, já que ela ocuparia 10% da área normalmente utilizada para abrigar 1 milhão de moradores. Leia mais notícias de Tecnologia. Cidade sem Lixo na Suécia. Meio ambiente Agência Fapesp - 12/04/2011 Borás, a cidade sem lixo, mostra que progresso não precisa produzir sujeira. [Imagem: Wikimedia] Em Borás, na Suécia, a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população de cerca de 64 mil habitantes é reciclada, tratada biologicamente ou transformada em energia (biogás), que abastece a maioria das casas, estabelecimentos comerciais e a frota de 59 ônibus que integram o sistema de transporte público da cidade.

Em função disso, o descarte de lixo no município sueco é quase nulo, e seu sistema de produção de biogás se tornou um dos mais avançados da Europa. "Produzimos 3 milhões de metros cúbicos de biogás a partir de resíduos sólidos. Taherzadeh falou durante o encontro acadêmico internacional Resíduos sólidos urbanos e seus impactos socioambientais, realizado em São Paulo. Gestão de resíduos sólidos "Começamos o projeto em escala pequena, que talvez possa ser replicada em regiões metropolitanas como a de São Paulo. Coleta seletiva e reciclagem.

Ziggurat: em Dubai, a cidade futuro. “Um grupo de arquitetos de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, quer construir nos próximos anos uma cidade ecológica e auto-sustentável no país. O design, em forma de pirâmide, prevê a instalação de turbinas eólicas e painéis solares para produção de energia, e sensores biométricos – como leitores de impressão digital e da íris – para controlar a segurança dos moradores.”Batizada de ‘Ziggurat’, a cidade planejada seria gigante: só a base ocupa uma área de 2,3 quilômetros quadrados. No ponto mais alto, ela teria 1.200 metros. Os arquitetos argumentam, no entanto, que a obra é ecológica, já que ela ocuparia 10% da área normalmente utilizada para abrigar 1 milhão de moradores. “Os outros 90%, por exemplo, podem ser utilizados como área de agricultura”. O transporte seria feito por uma rede de monotrilhos e elevadores ligados por todo o prédio, reduzindo a necessidade de automóveis. (Fonte: G1) Dubai é o paraíso dos arquitetos, empreiteiras e imobiliárias.

Compartilhar. Cidade Mais Feliz. Small Footprint, Big Yield: Create an Easy Micro Organic Urban Garden Today! | Urban Gardens | Unlimited Thinking For Limited Spaces. April 28, 2009 by Robin Plaskoff Horton There are two things urban gardeners are short on: space and time. The Urban Garden, brainchild of Bill Arquitt, resolves both of these issues, making it efficient and simple to plant a vegetable garden with up to 55 plants in a 3-foot deep by 4-foot wide footprint.

The contained six level tiered system is nearly maintenance-free, eliminating heavy weeding, and its northwestern cedar construction renders it naturally bug repellent. Projeto Repensar: Aprenda a fazer uma horta de garrafa PET. O arquiteto Marcelo Rosenbaum, que comanda o quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck, embarcou de vez na onda da sustentabilidade. Um de seus projetos incluiu a Horta Vertical feita com garrafas PET. A ideia foi tão apreciada pelos internautas que ele explicou, em seu site, passo a passo como fazer um modelo parecido. A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original. Para ter uma horta vertical igual à que o Rosenbaum fez para a Família Rodrigues, de São Paulo, são necessários os seguintes materiais: garrafas PET de dois litros (vazias e limpas); tesoura; corda de varal, cordoalha, barbante ou arame; arruelas (somente para quem optar por cordoalhas ou arames); terra e muda de planta.

A primeira tarefa a ser realizada é o corte das garrafas. Dois fios, que passam pelas extremidades das garrafas, as mantêm presas. As Treepods purificam o ar e poderiam limpar toda uma cidade do tamanho de Boston. Tags: Ar, árvores, captura de carbono, captura de dióxido de carbono, carbono Categorias: Engenharia, Inovações, Notícias, Propaganda & Design, Sustentável 11 comente Com ele será possível aproveitar o vento e usar energia limpa e sustentável. Na esperança de ajudar a cidade de Boston a reduzir os níveis de dióxido de carbono, a iniciativa de Mario Cáceres e Cristian Canonico, do Studio Influx, em Paris , teve como inspiração florestas artificiais, alimentadas por energia solar e cinética proveniente dos ventos. Eles descrevem a Treepods como uma máquina viva que esfrega CO2, “incorporando e melhorando artificialmente a capacidade das árvores para limpar o ar. A Treepod remove dióxido de carbono capturando-o do ar.

Ela é feita a partir de plásticos reciclados, tais como o polietileno tereftalato (PET), comumente utilizada para fabricar garrafas de água, e seria modular. Power Flowers - uma arvore diferente para gerar energia eolica. Tags: alta performance, Energia, energia eólica, energia sustentável, parque eólico Categorias: Engenharia, Inovações, Notícias, Propaganda & Design, Sustentável 9 comente Power Flowers é uma nova solução de energia sustentável para ser implantada nas cidades, rompendo com a dependência dos combustíveis que vão desaparecer um dia. O vento é o protagonista dessa história: a empresa holandesa NL Architects projetou turbinas eólicas que poderiam produzir energia para as residências.

A equipe aposta na criação nos moldes de uma árvore. Ao invés de estruturas gigantes de alta performance espalhadas, eles propõem uma estrutura que traga turbinas um pouco menos eficientes e menores, porém colocadas mais próximas dos usuários finais. Se a turbina de três pás fosse a escolhida para ser utilizada, levaria a problemas semelhantes aos enfrentados atualmente pelos construtores de parques eólicos. Uma turbina existente criada pela Urban Green Energy, chamada Eddy, serviu de inspiração para a criação. Ondas do mar poderão gerar energia limpa e barata. Projeto prevê a captação de energia das ondas do mar com barcos. Por Fernanda Morales Barcos movidos por energia captada das ondas do mar, um dia poderão gerar energia com um custo muito menor do que a atual forma de captação da força das ondas.

O projeto do pesquisador Andre Sharon da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, prevê que os barcos seriam capazes de viajar até certo ponto no oceano, ancorar e ali começar a captação da energia das ondas, carregando baterias com a energia limpa. Os barcos de 50 metros de comprimento serão capazes de captar a energia através de boias instaladas em sua lateral que irão acionar braços mecânicos. A captação de energia se dará com o movimento que a boia fizer com o balanço das ondas e dessa forma, acionará braços mecânicos que produzirão energia de 1 megawatt. O projeto foi apresentado na Conferência de Tecnologia Limpa 2011 em Boston.