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Entity Framework Code First. Fique por dentro A necessidade de transformar informações oriundas de bases relacionais em objetos corresponde, sem sombra de dúvidas, a um tipo de ocorrência extremamente comum no desenvolvimento de aplicações.

Entity Framework Code First

Diversos frameworks foram criados levando em consideração tal aspecto, sendo o Entity Framework uma das soluções oferecidas pela Microsoft para atender a demandas deste gênero. Este artigo tem por meta apresentar o Entity Framework Code First (uma das alternativas para uso do Entity Framework), demonstrando como este recurso pode ser útil na implementação de soluções dentro da plataforma .NET. Para isto, será criada uma aplicação de testes que fará uso de um mecanismo de CRUD genérico e reutilizável baseado no Entity Framework.

É inegável a importância que os bancos de dados relacionais adquiriram dentro das mais diversas organizações. O objetivo deste artigo é discutir as principais características do Code First. Entity Framework Code First: uma visão geral. Como publicar no Google Play. Hoje nosso tutorial será explicando passo a passo como publicar um aplicativo no Google Play.

Como publicar no Google Play

Para quem ainda esta muito desatualizado, o Google Play é o antigo Android Market estendido, isso quer dizer que além de aplicativos nele você poderá encontrar vídeos, musicas e livros. Antes de publicar nosso aplicativo no Google Play precisamos prepara-lo: Verifique se retirou o atributo debuggable da tag application no AndroidManifest;Confira o versionCode e versionName no AndroidManifest;Retire arquivos que não estão sendo usados;Teste bastante sua aplicação. Feito essas verificações básicas vamos agora transformar nosso projeto em um apk para poder ser distribuído e instalado nos dispositivos. Todo apk precisa ser assinado com uma chave para funcionar. Clique com botão direito no projeto e vá em Export... Selecione Export Android Application, selecione o projeto (provavelmente já estará selecionado corretamente), e chega a parte da chave (Keystore) a qual falei anteriormente.

Salvando em XML. Neste artigo aprenderemos como salvar dados em um XML.

Salvando em XML

Nos próximos artigos iremos aprender como alterar, excluir e realizar pesquisas em XML. OBS: A finalidade do artigo é mostrar como salva em XML, então foi colocado todo o código no evento click do botão, mas numa aplicação real, o ideal é desenvolver o projeto em camadas. Vamos começar ?! Aplicação A parte de criar um projeto não será abordada neste artigo. Figura 1 – Projeto criado. Formulário (Form1.cs) Criaremos o layout do formulário conforme figura 2. Figura 2 – Layout do formulário. Tabela 1 – Propriedades do formulário. Bom. Form1.cs A listagem 1 exibe a codificação comentada passo a passo. using System;

Entity Framework code-first. O code-first (introduzido no Entity Framework 4.1) é comumente usado quando se quer ter um controle maior há nível de código-fonte do modelo de dados gerado, pois as classes são escritas usando a metodologia POCO e, em seguida, é que o banco de dados é gerado a partir dessas classes, apresentando assim total independência com o arquivo (.

Entity Framework code-first

EDMX). Essa abordagem é muito usada por desenvolvedores que seguem os princípios do Domain-Driven Design (DDD), onde as classes são codificadas, primeiro para gerar o banco de dados necessário para persistir os dados. Observe logo em seguida a criação do projeto onde será mostrada a criação de duas tabelas em uma relação de um-para-muitos para exemplificar o uso do code-first. Nota: POCO é basicamente a versão .Net do POJO - Plain Old Java Object. Na POCO é onde se localiza os seus objetos de negócio, ou seja, qualquer lógica de negócio pode ser colocada lá dentro. ASP.NET Web API: Implementando serviços RESTful. O advento da Internet e de tecnologias como Web Services e XML transformou, sem sombra de dúvidas, a forma como diferentes sistemas e companhias compartilham informações.

ASP.NET Web API: Implementando serviços RESTful

Tais avanços possibilitaram não apenas a transferência de dados em tempo real entre aplicações, como também tornaram mais ágeis processos vitais aos mais diversos segmentos. Tudo isto foi fundamental para garantir a sobrevivência de organizações, sobretudo levando em conta um ambiente de negócios sujeito a mudanças drásticas e repentinas.

Um dos primeiros modelos utilizados por Web Services para o intercâmbio de informações foi o padrão SOAP (sigla do inglês “Simple Object Access Protocol”). Por ser baseado em XML, este formato possibilitou a interoperabilidade entre aplicações concebidas em plataformas bastante heterogêneas. O .NET conta, desde as suas primeiras versões, com um excelente suporte para a construção de Web Services em compatíveis com o padrão SOAP. Exemplo de utilização do framework Web API. Integração Web API x jQuery: acessando serviços RESTful via JavaScript. Desde o seu surgimento em 2006, a adoção de jQuery em aplicações Web vem crescendo vertiginosamente.

Integração Web API x jQuery: acessando serviços RESTful via JavaScript

Nos dias atuais, o uso desta biblioteca JavaScript em sites é quase uma unanimidade. Concebida com o intuito de simplificar a manipulação de elementos HTML em páginas da Web (evitando assim a codificação de instruções muito extensas), jQuery é uma alternativa que se destaca ainda pelo esforço em garantir um grau mínimo de compatibilidade com os principais browsers do mercado. Outro aspecto marcante da biblioteca jQuery está na utilização de recursos de AJAX (sigla do inglês “Asynchronous JavaScript and XML”) na implementação de eventos, animações e outros tipos de funcionalidades dinâmicas. Por este motivo, inúmeros plug-ins, controles e frameworks voltados à construção de interfaces gráficas têm sido construídos a partir de jQuery.