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Séries e TV

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The Walking Dead: Os altos e baixos da segunda temporada. ARTE DA VITRINE: Thiago Chaves (@chavespapel) Entre altos e baixos no roteiro, feridos e uma penca de mortos, chegou ao fim esta semana a polêmica 2ª temporada de The Walking Dead.

The Walking Dead: Os altos e baixos da segunda temporada

Mesmo com o final sensacional exibido no último domingo nos EUA e na terça-feira no Brasil, muitos fãs ainda reclamam dessa temporada, dizendo que ela foi muito parada e que esperavam mais zumbis. The Shield - Acima da Lei. Estava eu esses dias revirando uns dvds antigos e encontrei alguns com os episódios de um dos melhores seriados policiais que já foram produzidos: The Shield.

The Shield - Acima da Lei

Como ando sem tempo por causa do trabalho e tudo mais e estava sem ideias do que escrever aqui, resolvi apresentar este brilhante seriado para os que ainda não o conhecem. The Shield conta a história de uma unidade policial chamada Strike Team que é extremamente eficiente no combate ao crime, apesar de que eles mesmos são corruptos. O Strike Team seria o mal necessário para conseguir acabar com o mal maior. O problema é quando esse mal necessário começa a se achar intocável.

A série é ambientada no fictício distrito de Farmington, em Los Angeles, e é protagonizada por Michael Chiklis, o mesmo que interpretou o Coisa nos filmes do Quarteto Fantástico. The NewsroomMob Ground. Mais uma vez estou aqui para falar de uma série de tv.

The NewsroomMob Ground

No meu último texto, eu apresentei The Shield, uma série que já acabou há alguns anos e que pode ser facilmente encontrada nas melhores locadoras da internet. Então, essa semana resolvi escrever sobre uma série que acabou de sair do forno e que dá tempo de vocês acompanharem semana a semana. Quem me indicou The Newsroom foi o Thiago Chaves (que é um à toa e passa o dia procurando novidades na internet) e, como ela fala sobre jornalismo, acabei me interessando. A série começa com o jornalista Will McAvoy (interpretado por Jeff Daniels) participando de um debate sobre política e comunicação nos EUA, em uma universidade. Participando junto com ele estão outros dois jornalistas, que debatem ferozmente sobre suas posições políticas, enquanto Will se mantém calado, obviamente em cima do muro. Porém, como qualquer estudante de jornalismo sabe, imparcialidade é algo que não existe de verdade neste meio.

Relacionado Apartamento 13. O Sherlock Holmes do século XXI. Compre a série em Bluray ou Dvd!

O Sherlock Holmes do século XXI

Quem já assistiu a pelo menos uma série de mistério padrão da tv norte-americana, sabe que elas seguem certas regras. A maioria possui entre 22 e 24 episódios, dos quais apenas uns quatro ou cinco realmente importam para fazer a trama principal andar. O resto são os chamados monstros da semana, que não fariam diferença nenhuma se estivessem ali ou não. Felizmente, o mercado britânico de séries não segue esse padrão e acaba criando coisas fantásticas, como Sherlock, uma das melhores séries que surgiram nos últimos anos e que é o assunto deste texto.

Definitivamente, Sherlock não segue nenhum dos padrões estabelecidos pela tv americana. Breaking Bad - Aprendendo química com a fabricação de drogas. [VITRINE]: Thiago Chaves (@chavespapel) Aproveitando que Breaking Bad está em sua última temporada, resolvi finalmente assistir ao seriado.

Breaking Bad - Aprendendo química com a fabricação de drogas

E acho que fiz muito bem em esperar esse tempo todo, eu não iria aguentar esperar uma semana para assistir o episódio seguinte. Principalmente em suas duas primeiras temporadas, Breaking Bad é um soco na cara um atrás do outro. Elementary – Como estragar um bom personagem em poucos passosMob Ground. Ah os americanos, sempre tão preguiçosos que fazem refilmagem de filmes estrangeiros pra não precisar ler as legendas.

Elementary – Como estragar um bom personagem em poucos passosMob Ground

Arrow: o Arqueiro Verde menos galhofaMob Ground. Sempre achei o Arqueiro Verde um personagem meio bocoió (perdendo apenas para o Aquaman).

Arrow: o Arqueiro Verde menos galhofaMob Ground

Nunca consegui levar a sério aquele monte de flechas cheias de recursos dele, que estão ali apenas para que ele seja um herói que não mata. Flecha com uma luva de boxe ou que se desdobra em uma corda pra amarrar os inimigos? Não tem como ficar mais galhofa que isso. Então, quando a CW anunciou um seriado com o personagem, nem fiquei muito empolgado.

Principalmente depois das várias cagadas que foram feitas em Smallville. Para quem não conhece o personagem, Oliver Queen é um milionário que fica preso em uma ilha deserta e, devido a essa experiência acaba mudando sua visão de mundo. Pouco tempo após o seu retorno, Oliver já é sequestrado por uma galera que usa máscaras de caveira vermelha, provavelmente alguma organização criminosa secreta. O decepcionante final da 3ª temporada de The Walking DeadMob Ground. Obviamente, contém spoilers.

O decepcionante final da 3ª temporada de The Walking DeadMob Ground

Batman - A Série Animada. Graças à bem sucedida trilogia dirigida por Christopher Nolan, o Batman é um dos personagens mais respeitados atualmente.

Batman - A Série Animada

Mas nem sempre foi assim. Community é a prova de que ainda existe vida inteligente nas comédiasMob Ground. A essa altura do campeonato, é muito improvável que alguém ainda não tenha ouvido falar dessa série.

Community é a prova de que ainda existe vida inteligente nas comédiasMob Ground

Mas como apenas recentemente eu resolvi assistir, então não custa nada indicá-la para mais algum atrasado assim como eu. Community é simplesmente uma das melhores e mais inteligentes séries de comédia que surgiu nos últimos anos na tv americana. E talvez justamente por isso ela seja ameaçada de cancelamento desde o final da segunda temporada, afinal, o americano médio costuma não gostar de pensar muito. Com a simples premissa de um grupo de estudos de uma faculdade comunitária, Community consegue criar situações repletas de referências à cultura pop sem nunca parecer forçado demais. Conheçam a adolescência de Norman Bates em Bates Motel. Sempre que é anunciado um novo projeto que envolve alguma obra já consagrada, fica aquela sensação de que lá vem apenas mais um caça-níquel barato. Foi exatamente isso que pensei quando anunciaram o seriado Bates Motel, que mostra a adolescência do psicopata Norman Bates, personagem do clássico Psicose, do diretor Alfred Hitchcock.

Surpreendentemente, o seriado é muito bom e consegue prender a atenção do espectador. A série começa com o jovem Norman encontrando seu pai morto no porão de casa, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. Mas conforme os episódios vão passando sempre fica aquele clima de desconfiança de que Norman ou sua mãe tiveram algo a ver com a morte. Enfim, seis meses depois os dois se mudam para a cidade de White Pine Bay, onde a mãe de Norman, Norma Bates, compra um motel de beira de estrada com o objetivo de começarem uma nova vida. A estreia perfeita da parceria entre Marvel e Netflix. Gotham: um seriado cheio de corrupção e pessoas corruptas corruptíveis. Sou fã do Batman desde criança, assisti o Batman do Tim Burton legendado no cinema em 1989 quando ainda nem sabia ler e sempre fico empolgado com alguma nova produção envolvendo o homem-morcego.

Quando a Fox anunciou uma série sobre a polícia de Gotham antes da existência do cruzado encapuzado eu logo fiquei atento. A série tinha tudo pra dar certo, afinal, a Fox é conhecida por produzir diversas séries policiais e finalmente um seriado com personagens da DC sairia da mesmice das produções da CW, como Smallville e Arrow. Sem contar que a própria DC Comics teve uma série em quadrinhos focada na polícia de Gotham (a série se chama Gotham City Contra o Crime) que chegou a receber diversos prêmios. Infelizmente, assisti três episódios de Gotham e, bom, acho que é isso, já está na hora de abandoná-la.

Arquivo X: Vinte anos depois da estréia da série, a verdade continua lá foraMob Ground. No saudoso Nerds Somos Nozes uma vez eu escrevi sobre como Twin Peaks começou a revolucionar a tv americana, que basicamente só produzia séries com episódios fechados, sem a necessidade de acompanhar tudo na ordem.