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Mob Ground

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Motoqueiro Fantasma - Espírito de Vingança. Motoqueiro Fantasma 2 era um filme que eu não estava dando a mínima esse ano. Não assisti trailers, não vi fotos e praticamente nem li as notícias sobre o filme. Mas como o filme estreou por essas bandas e eu estava sem nada pra fazer nesse feriadão de carnaval, resolvi ir assistir essa bagaça.

Principalmente depois de lembrar que ela foi dirigida por Mark Neveldine e Brian Taylor, os mesmos que dirigiram Adrenalina, um dos filmes de ação mais divertidos dos últimos anos. Mas nem isso salvou a bomba que é Motoqueiro Fantasma – Espírito de Vingança. O filme consegue ser tão ruim quanto o primeiro, ou até pior, se é que isso é possível. Pra começar, a história do filme é besta, basicamente o Motoqueiro deve proteger uma criança filha do demônio que pode causar a destruição do mundo. Em troca disso, um padre beberrão promete livrar Johnny Blaze do seu alter ego demoníaco. O roteiro fraco poderia ser relevado se Neveldine e Taylor fizessem direito o que eles fazem de melhor: cenas de ação.

Batman: Arkham City. Qualquer fã de quadrinhos, em algum momento da infância, já quis colocar uma capa e sair voando por aí, ou se vestir de morcego e combater o crime. E Batman: Arkham City é o mais perto que podemos chegar de realizar tal façanha. Sim, porque em nenhum outro jogo de super-herói eu tive a sensação de realmente ser aquele personagem. O game mais recente do homem-morcego é simplesmente fantástico. Não que Arkham Asylum já não fosse um jogaço, mas nessa continuação, com um bairro inteiro de Gotham City para explorar, a sensação de ser o Cavaleiro das Trevas é muito maior. Lógico que o cenário ainda não é tão grande quanto um GTA ou Red Dead Redemption, mas mesmo assim dá pra passar horas apenas explorando os vários cantos da super-prisão.

E sempre tem algo novo para se descobrir, seja um prisioneiro político precisando de ajuda ou símbolos estranhos que dão pistas sobre um novo vigilante. Com tanto espaço para ser explorado, o Cavaleiro das Trevas ganhou novos e interessantes movimentos. Back and Forth mostra o Foo Fighters em sua melhor forma. Falta um mês para o Foo Fighters se apresentar novamente no Brasil, dessa vez como atração principal do Lollapalooza, e muitos que conhecem a banda hoje em dia provavelmente nem imaginam por tudo que os caras tiveram que passar pra chegar onde estão hoje.

Geralmente, a nossa visão dos músicos – principalmente astros do rock – é de que a vida deles é só farra, afinal, os caras fazem o que gostam e ganham rios de dinheiro pra isso. Muitas vezes tratados como deuses pelos fãs mais ardorosos, o documentário Back and Forth trata de desmistificar e humanizar um pouco mais os membros (e ex-membros) desta grande banda de rock que é o Foo Fighters.

A intenção de mostrar a história da banda por um ponto de vista mais pessoal do que profissional fica clara logo no começo, quando são mostradas diversas imagens antigas dos membros do FF. São fotos e vídeos de quando eles ainda eram adolescentes e nem imaginavam que chegariam onde estão hoje. Relacionado Foo Fighters no Lollapalooza Brasil Dia do Rock. Uncharted 3: Drake's Deception.

Uncharted é uma daquelas franquias que poderia nem ter passado do primeiro game. Afinal, como um jogo de exploração e aventura, ele chegou para ocupar o espaço que um dia foi de Tomb Raider e a musa Lara Croft. As comparações seriam inevitáveis. Sinceramente, eu não acho o primeiro jogo da série lá essas coisas, apesar dos gráficos realmente impressionarem. Ainda faltava alguma coisa para ser perfeito, mais trocas de cenários, um controle mais apurado do personagem e, principalmente um sistema melhor de combate corpo a corpo.

Em compensação, os personagens principais (Nathan, Sully e Elena) eram extremamente carismáticos e o vilão fazia você realmente sentir raiva dele. Então, veio o segundo jogo, que trouxe todas essas melhorias, com gráficos ainda mais refinados, e a série me conquistou de vez. Muitos reclamam que jogos como Uncharted são muito lineares e que você não pode tomar decisões que mudem o rumo da história. Relacionado. O novo e revigorado Superman pós-reboot. Durante anos o Superman foi acusado de ser aquele personagem babaca, submisso às autoridades (leia-se governo americano) e bonzinho demais. Em O Cavaleiro das Trevas, Frank Miller chegou a mostrar o heroi efetivamente trabalhando para o governo.

Até a descrição do personagem nos gibis dizia “(…)defende o modo de vida americano como o Superman”. Talvez o grande erro da maioria dos roteiristas, durante todos estes anos, tenha sido justamente confundir “modo de vida americano” com ser um capacho do governo. Isto somado ao fato do personagem ser poderoso demais fazia com que grande parte dos leitores não se identificasse com ele. E este parece ser um equívoco que a DC Comics tenta consertar com a nova versão do personagem no reboot. Para começar, na revista Action Comics, escrita pelo Grant Morrison (autor de All-Star Superman – a melhor história do personagem nos últimos 10 anos), somos apresentados a um Superman ainda jovem e que não tem seus poderes completamente desenvolvidos. The Walking Dead: Os altos e baixos da segunda temporada.

ARTE DA VITRINE: Thiago Chaves (@chavespapel) Entre altos e baixos no roteiro, feridos e uma penca de mortos, chegou ao fim esta semana a polêmica 2ª temporada de The Walking Dead. Mesmo com o final sensacional exibido no último domingo nos EUA e na terça-feira no Brasil, muitos fãs ainda reclamam dessa temporada, dizendo que ela foi muito parada e que esperavam mais zumbis. Mas será que a história foi realmente tão ruim assim? A primeira temporada foi basicamente como um grande filme de zumbis, com mortos-vivos aparecendo o tempo todo e os personagens precisando atirar e se esconder. Com apenas sete episódios, ela serviu para nos mostrar como é esse novo mundo repleto de criaturas sedentas para devorar cérebros. Foi bacana e tal, mas a série ficaria muito repetitiva se fosse apenas isto, por isso, gostei bastante da segunda temporada.

Fora que toda aquela aparente tranquilidade da fazenda (com um zumbi desgarrado ou outro aparecendo) deixou o episódio final ainda mais épico. Relacionado. Mob Ground — Sistemas anti ou pró-pirataria? Lembro quando o game Spore foi lançado pela EA com o maldito sistema DRM, que só permitia que o jogo fosse autenticado no máximo três vezes. A cada vez que a pessoa precisasse formatar o computador, uma autenticação seria gasta. Se o computador fosse formatado mais de três vezes, o comprador que gastou dinheiro com um produto original teria que entrar em contato com a EA, explicar a situação e torcer para ganhar um novo código de ativação.

Nos piores casos, você terminava com um belo peso de papel de R$ 100,00. Ou seja, um sistema onde o verdadeiro prejudicado é quem compra o jogo original. Na época, isso gerou uma revolta na comunidade gamer, fazendo com que surgissem até campanhas para que se baixasse o jogo pirata. Não é possível que as produtoras não percebam que esses sistemas incentivam ainda mais a pirataria, afinal, quem é que vai querer pagar por algo que não é totalmente seu, uma vez que você não tem nem o direito de emprestar alguns jogos. Mob Ground — Os Mythos de Cthulhu. Monstros do espaço, deuses antigos, livros macabros… Conheça um pouco da literatura de horror de H. P. Lovecraft “A emoção mais forte e mais antiga do homem é o medo, e a espécie mais forte e mais antiga de medo é o medo do desconhecido.” – H. P. Lovecraft Histórias de horror sempre fascinaram a humanidade. Por alguma razão, as pessoas gostam desse medo do desconhecido, de algo que pode estar escondido nas sombras, prestes a atacar.

Porém, o mais atraente na obra do autor são os chamados Cthulhu Mythos, uma série de criaturas, artefatos e locais que fazem parte desse universo ficcional. Mas afinal, o que são os tais Cthulhu Mythos? Mesmo de volta aos seus planetas de origem, os Antigos conseguiram manter contato telepático com os humanos, através dos sonhos. Mas nem só de criaturas sinistras vivem os Mythos. Infelizmente, Howard Philips Lovecraft não teve o merecido reconhecimento enquanto estava vivo. Sites de referência: Site Lovecraft (www.sitelovecraft.com)