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Fallacy

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Suicide (1897) Fallacies. Dr. Michael C. Labossiere, the author of a Macintosh tutorial named Fallacy Tutorial Pro 3.0, has kindly agreed to allow the text of his work to appear on the Nizkor site, as a Nizkor Feature. It remains © Copyright 1995 Michael C. Labossiere, with distribution restrictions -- please see our copyright notice. If you have questions or comments about this work, please direct them both to the Nizkor webmasters (webmaster@nizkor.org) and to Dr.

Other sites that list and explain fallacies include: Constructing a Logical Argument Description of Fallacies In order to understand what a fallacy is, one must understand what an argument is. There are two main types of arguments: deductive and inductive. A fallacy is, very generally, an error in reasoning. Como Distinguir Ciência de Pseudociência. A palavra “pseudo” significa “falso”. O modo mais seguro de identificar algo falso é saber tanto quanto possível sobre os fatos reais — neste caso, a própria ciência. Ter conhecimento científico não se restringe a saber fatos científicos (como a distância da Terra ao Sol, a idade da Terra, as diferenças entre mamíferos e répteis etc.).

Significa entender a natureza da ciência — os critérios para obter evidência, como projetar experimentos relevantes, a avaliação de possibilidades, os testes de hipóteses, o estabelecimento de teorias, os múltiplos aspectos dos métodos científicos que tornam possível estabelecer conclusões confiáveis acerca do universo físico. Já que os meios de comunicação bombardeiam-nos com absurdos, torna-se útil ter em conta as características da pseudociência. A pseudociência exibe indiferença pelos fatos. Em vez de se dar ao trabalho de consultar referências ou investigar diretamente, seus proponentes limitam-se a regurgitar falsos “fatos” sempre que necessário.

Falácias e Erros de Raciocínio. Segundo Othon M. Garcia, “ainda que cometamos um número infinito de erros, só há, na verdade, do ponto de vista lógico, duas maneiras de errar: raciocinando mal com dados corretos ou raciocinando bem com dados falsos. (Haverá certamente uma terceira maneira de errar: raciocinando mal com dados falsos). O erro pode, portanto, resultar de um vício de forma — raciocinar mal com dados corretos — ou de matéria — raciocinar bem com dados falsos.” (1) De acordo com o mesmo autor, o que diferencia o sofisma da falácia, é que, embora ambos sejam basicamente raciocínios errados, a falácia é involuntária.

Ao passo que o sofisma tem como objetivo induzir a audiência ao engano, o raciocínio falacioso decorre de uma falha de quem argumenta. Quem usa sofismas, sabe o que está fazendo quando, por exemplo, tenta nos empurrar uma conclusão para a qual não dispõe de dados ou demonstrações suficientes. Quem se vale de falácias, por sua vez, simplesmente se enganou. 1. 2. Um exemplo laico agora: 3. 4. 1. 2. Lógica & Falácias. Introdução Há muito debate na Internet; infelizmente, grande parte dele possui péssima qualidade. O objetivo deste documento é explicar os fundamentos da argumentação lógica e possivelmente melhorar o nível dos debates em geral.

O Dicionário de Inglês conciso de Oxford (Concise Oxford English Dictionary) define lógica como “a ciência da argumentação, prova, reflexão ou inferência”. Ela lhe permitirá analisar um argumento ou raciocínio e deliberar sobre sua veracidade. Há muitos tipos de lógica, como a difusa e a construtiva; elas possuem diferentes regras, vantagens e desvantagens. O que a lógica não é Vale fazer alguns comentários sobre o que a lógica não é.

Primeiro: a lógica não é uma lei absoluta que governa o universo. Segundo: a lógica não é um conjunto de regras que governa o comportamento humano. John quer falar com quem está no encargo. Infelizmente, pode ser que John também deseje, por outros motivos, evitar contato com Steve, tornando seu objetivo conflitante. Argumentos Ad Hoc. Junk science. In the United States, junk science is any scientific data, research, or analysis considered to be spurious or fraudulent. The concept is often invoked in political and legal contexts where facts and scientific results have a great amount of weight in making a determination. It usually conveys a pejorative connotation that the research has been untowardly driven by political, ideological, financial, or otherwise unscientific motives.

The concept was first invoked in relation to expert testimony in civil litigation. [citation needed] More recently, invoking the concept has been a tactic to criticize research on the harmful environmental or public health effects of corporate activities, and occasionally in response to such criticism. In these contexts, junk science is counterposed to the "sound science" or "solid science" that favors one's own point of view.[1] This dichotomy has been particularly promoted by Steven Milloy and the Advancement of Sound Science Center. History[edit] Peter W. Proof by intimidation. Proof by intimidation (or argumentum verbosium) is a jocular phrase used mainly in mathematics to refer to a style of presenting a purported mathematical proof by giving an argument loaded with jargon and appeal to obscure results, so that the audience is simply obliged to accept it, lest they have to admit their ignorance and lack of understanding.[1] The phrase is also used when the author is an authority in his field presenting his proof to people who respect a priori his insistence that the proof is valid or when the author claims that his statement is true because it is trivial or because he simply says so.

Usage of this phrase is for the most part in good humour, though it also appears in serious criticism.[2] Gian-Carlo Rota claimed in a memoir that the expression "proof by intimidation" was coined by Mark Kac to describe a technique used by William Feller in his lectures.[4] See also[edit] References[edit] Falácia - Wikipédia, a enciclopédia livre.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar. Designa-se por falácia um raciocínio errado com aparência de verdadeiro[1] . Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido ou falho na tentativa de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso. Reconhecer as falácias é por vezes difícil. É importante observar que o simples fato de alguém cometer uma falácia não invalida toda a sua argumentação. "O fogo é quente e sei disso por dois motivos: Nesse exemplo, foi de fato comprovado que o fogo é quente por meio da premissa 2. Lista de falácias por categoria[editar | editar código-fonte] Estas são as falácias formais e informais mais comuns.[2] [3] [4] [5] Falácias da ambiguidade[editar | editar código-fonte] Ex 1.

É uma ironia.