background preloader

Xingu

Facebook Twitter

Amazônia. Amazonia na midia. Construção da usina de Belo Monte mobiliza população da região de Altamira - Especial Perspecti. A reportagem do iG esteve no Pará e visitou áreas indígenas para saber como vivem os que serão afetados pela usina Mariana Castro, enviada especial a Altamira | 05/01/2010 00:01 Os ânimos estão acirrados no Paquiçamba, área indígena que será afetada pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, oeste do Pará. Uma das mais importantes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) está causando revolta entre os índios da aldeia, que não querem mais seu cacique.

Ele não participa da mobilização contra a usina. "Estão com raiva de mim, querem que eu deixe de ser o cacique. Manuel Juruna e sua mulher Em 1989, Juruna participava do encontro em Altamira, oeste do Pará, que reuniu lideranças indígenas e ONGs em um protesto contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte – na época chamada de Kararaô. Aos 66 anos, Manuel Juruna vive na aldeia com a mulher, Maria Feles, de 58. Ele tem sete filhos. Paquiçamba e Arara da Volta Grande Arara da Volta Grande tem 255 quilômetros quadrados. Blog do Planeta | O meio ambiente que você faz.

Belo monte de violências. Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos - notícias em Economia e Negócios. Vazão do Rio Xingu cai muito em época de seca (Foto: Mariana Oliveira / G1) A hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Pará, será a usina que produzirá menos energia, proporcionalmente à capacidade de produção, e que terá maior custo para os investidores na comparação com outros empreendimentos de grande porte, em razão da intensidade dos impactos sociais e ambientais na região, na avaliação de especialistas na área consultados pelo G1.

Na terça (20), o governo realizou, em meio a uma batalha jurídica, o leilão que definiu o consórcio que fará a construção e venderá a energia de Belo Monte, o Norte Energia. O grupo é liderado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que tem 49,98% de participação, e mais oito empresas de construção e engenharia. Após o leilão, algumas informações indicavam que a construtora Queiroz Galvão e a J.

Malucelli pensavam em sair do consórcio, mas as empresas não confirmaram. "A usina está em um local longe e o primeiro problama é o acesso. Energy in Brazil: Power and the Xingu. Correction to this article PROTESTERS in paint and headdresses in Brasília, warring tribes of lawyers and a mountain of pig dung: yet another giant Brazilian public-works contract was up for grabs, and the lobbies were restless. After the courts struck down an avalanche of eleventh-hour injunctions, late on April 20th a consortium of contractors won the right to build Belo Monte, a huge hydroelectric power station to be raised on the Xingu river in the eastern Amazon basin.

The victors—led by Chesf, a state-owned hydropower generator, and several construction firms—celebrated quietly and quickly. Their discretion was understandable. Waiting outside the auction room at Brazil's power regulator was an angry mob, kitted out in overalls and warpaint, and three tonnes of fresh manure, courtesy of a local pig farm. But Brazil's rapidly growing economy needs more energy, preferably renewable.

Yet greens were not alone in their lack of enthusiasm for the project.