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Greve Unir (RO)

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Notícias de Rondônia, jornal em tempo real na Amazônia. Notícias de Rondônia, jornal em tempo real na Amazônia. GreveUNIR2011 (@GreveUNIR2011) sur Twitter. Prossegue a luta na Unir e Polícia Federal é acusada de abuso de autoridade em Rondônia. A comunidade universitária da Unir (Universidade Federal de Rondônia) vive dias de intensas lutas contra políticas do Ministério da Educação e medidas abusivas do reitor, Januário do Amaral. Por duas vezes a reitoria desta universidade foi ocupada neste semestre. No início de julho estudantes secundaristas, com apoio de estudantes da Unir, ocuparam a reitoria em protesto pela adesão da universidade ao sistema de seleção ENEM/Sisu, o chamado “Novo Enem”. A ocupação foi seguida de manifestações pelas ruas de Porto Velho. O apoio da comunidade ao protesto deu-se principalmente pela forma como se deu a entrada da Unir no Enem: por meio de Decreto, só depois submetido ao Conselho Superior Acadêmico (CONSEA).

Em 14 de setembro, os docentes da instituição decretaram greve por tempo indeterminado reivindicando “condições mínimas de trabalho, bem-estar e segurança”. Os estudantes também aderiram à paralisação devido às condições precárias da universidade. Jornalista de Rondônia diz ter sido ameaçado por delegado da PF após publicar texto de estudantes em greve. SÃO PAULO - O jornalista Everaldo Fogaça, que edita em Rondônia o site de notícias O Observador, afirma ter sido ameaçado, constrangido e e intimidado pelo delegado Eduardo Brun de Souza. O jornalista foi indiciado depois de comparecer à Polícia Federal após ter publicado manifesto do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Rondônia durante depoimento para esclarecer a origem do texto.

Os alunos da universidade estão em greve. O jornalista afirmou que só vai falar em juízo. LEIA TAMBÉM:Estudantes ocupam reitoria da Universidade Federal de Rondônia De acordo com texto publicado pelo site O Observador, Fogaça diz que durante o depoimento o delegado se alterou e mandou o advogado Caetano Vindimiati, que acompanhava o jornalista, calar a boca. Segundo o texto publicado no O Observador, o delegado esbravejava que o jornalista "era um caluniador por ter publicado o manifesto do DCE". Greve UNIR 2011 plantão de polícia.wmv. Laudo bombeiros.

LaudodeVistoriaLDVT098/2011-Continuação -tocandoemestruturametálicadejanelasebasculantesdeV~'(~tila,circuitoelétricoutilizandoatubulaçãoderalodedrenagemdeágiscomopontodepassagem. v~.~ 11I)Aparelhosdear-condicionadocominstalaçõesimprovisadas~~~§8m.

Laudo bombeiros

IV)Caixasdepassagemdealimentadoresinstaladosnochão,àcéuaberto,semtampadeproteçãocomemendasnãoisoladas;instaladasemcorredordepassageminundadoporáguaspluviais;V)Caixasdeinterruptoresetomadasmédiasebaixasexpondofiaçãodesencapadasinstaladasemcorredoresdecirculaçãoesalasdeaulaspróximoàscadeirasmetálicas.VI)Ventiladordetetoelumináriasapresentandogoteirasdechuva;VII)Tomadas,interruptoresequadrosdedistribuiçãodeenergiaelétricacominfiltraçãodeáguasdechuva. b)NasInstalaçõesFísicas infiítradas f orientaçãoquandoexistenteestãoforadospadrõesnormativos; é todoconstruídoemmadeira.Encontra-se,atualmente,emprecárioestadodeconservaçãoenãooferececondiçõessatisfatóriasdeuso.Nassalas~ecorredoresdoprédioestãoarmazenadosgrandequantidadelíquido 't. NAZIF REAFIRMA AGRESSÃO DE AGENTE FEDERAL E IDENTIFICA AGRESSOR.

O deputado federal Mauro Nazif (PSB) explicou na noite desta sexta-feira que identificou, através de imagens na sede da Polícia Federal, o agente que o agrediu durante a tarde na UNIR-Centro de Porto Velho, instantes após a prisão do professor Valdir Aparecido. Nazif afirma em ocorrência que abriu por agressão, que acompanhava a mobilização de alunos e professores. Dois agentes conversavam com o professor quando Nazif tentou interceder para que a câmera de um manifestante fosse devolvida. Não havia qualquer pressão de populares, de acordo com o parlamentar e nesse momento um terceiro policial já chegou afirmando quem era para ser preso. Mauro afirma que um quarto agente de camisa vermelha chegou com um cassetete. Seguraram então o professor, que já afirmou que iria seguir sem qualquer resistência.