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Reino Unido: procuram-se arquitetos para várias cidades em terras de Sua Majestade. UnLove, um jogo para aprender a gerir a violência no namoro. A violência nas relações amorosas não é só uma realidade entre alguns adultos.

UnLove, um jogo para aprender a gerir a violência no namoro

Em casais adolescentes também existem agressões físicas e psicológicas, mas à semelhança do que acontece com mulheres e homens que são vítimas num relacionamento, também os jovens têm dificuldade em resolver o problema. Para ajudar a prevenir e a sensibilizar para a violência no namoro, a Universidade de Aveiro desenvolveu um jogo online para ajudar a gerir este tipo de situações.

Chama-se UnLove (Desamor) e é um jogo online gratuito, onde através de avatars os utilizadores podem “vivenciar e aprender a gerir situações de conflito, abuso ou violência física e psicológica entre os elementos do casal”, como explica a universidade. Elas são jovens que não querem ser mães (e não são menos mulheres por isso)

Vanessa Moreira tem 27 anos e nenhuma vontade de ser mãe.

Elas são jovens que não querem ser mães (e não são menos mulheres por isso)

Ouvir alguém dizer “daqui a uns anos falamos” quando revela que não quer ter filhos é coisa que a deixa irritada. “É natural: ou se quer ou não se quer, é algo que se sente. E eu sinto que não quero.” Não está sozinha nesta tomada de decisão. Integra aquilo que Ana Cristina Santos, investigadora que se dedica aos estudos de género, diz corresponder a “processos mais amplos de transformação na esfera da cidadania sexual, íntima e reprodutiva”. Quando as amigas começaram a dizer que queriam ser mães, Eduarda Ferreira, também com 27 anos, percebeu que não sentia a mesma vontade: “Comecei a projectar-me no futuro e a imagem que tenho — e que espero que um dia se concretize — sou eu com um homem e um cão. “A quem, com a minha idade, disser que quer muito ser mãe, ninguém diz que é nova de mais”, argumenta Vanessa, natural de Aveiro.

Falar de pressões sociais é falar de expectativas, de uma “biografia” que nos é imposta. Como substituir maus por bons hábitos. Cinco passos que o vão ajudar a tomar o controlo da situação e dar a volta a velhos hábitos Deixar de fumar é difícil.

Como substituir maus por bons hábitos

Em vez de eliminar esse hábito é mais fácil substituí-lo por outro melhor e mais saudável. Crunch Time: 7 Tips To Help You Nail Your Final Project Review. These Designers Are Remaking the Portfolio Into a Client Magnet Secret Weapon. For established firms, freelance professionals, and students just starting out, today’s portfolio needs to be more than just the simple presentation of past work.

These Designers Are Remaking the Portfolio Into a Client Magnet Secret Weapon

The portfolio has to be a representation of aesthetic, vision, and personality — it has to tell the story of who this person is and all of what they can accomplish. “Creating a great portfolio today requires a very different approach than previous times,” says Gregory Walker, principle at Houser Walker Architecture firm of Atlanta. “We’re always looking to communicate the stories of how a design solution emerged over time,” he says, “how the final solution communicates the designer’s intent and also the client’s needs.” Add To Collection Save this image to a collection A Blurb book by Houser Walker With advances in print-on-demand through companies like Blurb, the portfolio can now be precisely tailored to meet individual needs, while also maintaining an unmatched level of quality. Blurb book by Terry Jackson. “Sair de Lousada seria como trocar um Ferrari por um Ford”

Não tem "shoppings" nem universidade e muito menos cheques-bebé.

“Sair de Lousada seria como trocar um Ferrari por um Ford”

Mas tem a população mais jovem do país. O que contribui para que Lousada cresça e rejuvenesça num país cada vez mais pequeno e grisalho? “O sentimento”, respondem os habitantes. E a tradição industrial impulsionada por uma “política fiscal simpática”, precisa o presidente da câmara. Esqueçam os cheques-bebé. O bebé de Hugo Santos, jogador de hóquei (o desporto-emblema da terra que mobiliza mais de uma centena de atletas locais e já granjeou vários títulos internacionais para Lousada) e professor daquela modalidade nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), foi feito em Inglaterra e vai nascer em Lousada.

“Eu e a minha esposa éramos professores nas AEC mas não ficamos colocados. Garantido o emprego, Hugo Santos, 35 anos, só contabiliza ganhos. O sucesso desportivo, que tem levado várias selecções a estagiar em Lousada, já abriu o apetite do investimento privado. O estado da meritocracia em Portugal. Alberto tinha a certeza de que o lugar seria seu.

O estado da meritocracia em Portugal

Ninguém, na empresa, tinha as competências e o talento dele, ninguém trabalhara tanto. Os comentários dos clientes confirmavam a sua convicção de que seria ele a entrar no quadro da agência de design onde há dois anos trabalhava a tempo inteiro, a recibos verdes. Dos três colaboradores, só ele cumpria horários, respeitava prazos, atingia padrões de qualidade verdadeiramente profissionais. A empresa não poderia dar-se ao luxo de o dispensar, mesmo que quisesse.

Vários contratos em curso dependiam do seu contributo. Alberto sempre pensou que só precisaria de uma oportunidade. “Nestes dois anos, fiz o que me pediram e muito mais”, diz Alberto. Um dos outros colaboradores era amigo e antigo colega de escola do dono da agência. Se Alberto tivesse estudado Gestão de Recursos Humanos, saberia da importância das soft skills na condução de uma carreira profissional. Mas correu ainda pior. Com a crise, o problema tornou-se mais evidente.